A inexistência de Alegria, normalmente chamada de depressão, resulta da incompreensão dos movimentos oscilantes da Vida (não há engano no uso de maiúsculas e minúsculas).
A depressão é um estado físico, mental e emocional que requer uma aproximação entre a personalidade e o Espírito, bem como a descoberta da sua missão.Esta missão tem sempre o Amor Incondicional como objectivo final, baseando-se na aprendizagem e consequente aplicação na matéria.
Muitas vezes, quase todas, esta premência do Amor vem da 1ª infância, fase em que é vital fornecer Esperança, Aceitação e Liberdade com a noção inequívoca da ligação ao Universo, ainda 'fresca' nos pequenos.
A partir dos 6/7 anos, a existência desconstrutiva do Amor próprio causa o fecho da Criatividade, do prazer e da ligação com a Luz divina omnipresente. Não havendo lugar para o poder de Ser o que se é na essência, os véus vão-se fechando e selando, sob o auspício da tristeza, desgraça, desânimo, desencontro, azar...
Para abrir estes selos ferrugentos, é vital abrir as portas e deixar sair o passado doente com a consciência de que não estamos, nunca, sozinhos. Que o Universo, as estrelas, os anjos, os amigos ou outras entidades incógnitas e luminosas estão presentes assim que decidimos não virar as costas aos sopros de brancura que eles nos oferecem.
Sem condições, o Amor manifesta-se como uma gota de Água que cai no lago e que, a partir do seu epicentro, espalha majestosas vibrações cor-de-rosa!
Texto Escrito por Paula Cristina Ferreira

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