Se há algo de incontornável e no qual reflito vezes sem conta é no poder das escolhas. A incrível e poderosa capacidade que temos em poder escolher. Simplesmente escolher. A liberdade que se sente cá dentro por possuirmos essa dádiva.
A escolha é poderosa e de extrema importância e responsabilidade. A escolha é muitas vezes trabalhosa, custosa e penosa. Mas também é libertadora, analgésica e reconfortante.
O foco da escolha que fazemos terá necessariamente vir do coração, e sem atropelos da mente, o que por vezes nem sempre é fácil de o conseguir. O coração é verdadeiro, fala-nos com a clarividência Divina, pois é emocional o que de facto é verdadeiro para nós.
A mente muitas vezes é matreira e cheia de vieses, que ora nos acutila aqui, ora nos faz comichão acolá mas a razão também é muitas vezes essencial, só que não podemos nunca esquecer o coração, daquilo que é a sua vontade mais genuína.O foco da escolha que fazemos terá necessariamente vir do coração, e sem atropelos da mente, o que por vezes nem sempre é fácil de o conseguir. O coração é verdadeiro, fala-nos com a clarividência Divina, pois é emocional o que de facto é verdadeiro para nós.
Cada vez mais, sinto que quando estou a balançar entre a razão e o coração, faço um exercício sereno para silenciar, o melhor que consiga, o coração e a mente, nem que seja por uns minutos, nem que seja por um momento. Depois de serenar os ânimos, saio de pantufas do local do “caos” e fico ali sentada, como observadora externa da situação, observando me, tentando entender, compreender-me. Avalio os prós e contras. Ando com o filme para trás as vezes que forem necessárias e observo em câmara lenta cada um desses momentos do filme. Este processo de andar para a frente e para trás com a cassete da alma faz-me um bem tremendo, pois aguço a tal clarividência e consigo fazer uso da capacidade de ler nas entrelinhas da vida.
E depois de tomar as dores e de rejubilar com as alegrias, tomo a pulsação da vida faço a minha escolha em consciência plena e acima de tudo entrego, ao Universo, à Vida, ao Bem Supremo que rege a minha, a tua, a nossa existência. E acredito, acredito no que escolhi, em mim e em tudo aquilo que me envolve. Sigo confiante, de braços abertos para a nova etapa que me espera.
Texto de Catarina Santos
Imagem retirada da internet
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